Lindolpho ESPESCHIT Lindolpho ESPESCHIT  ‎(I44)‎
Nomes: Lindolpho
Sobrenome: ESPESCHIT

Sexo: MasculinoMasculino
      

Nascimento: 2 Junho 1896 46 40 Sarandi, MG, Brasil
Falecimento: 8 Junho 1998 ‎(Idade 102)‎ Belo Horizonte, MG, Brasil
Dados Pessoais e Detalhes
Nascimento 2 Junho 1896 46 40 Sarandi, MG, Brasil


Exibir Detalhes Fonte: Pelos Caminhos do Brasil o Que Encontrei
Publicação: Maza Edições - 1995
Detalhes da Citação:  Pág. 46 Par. 13
  Date of entry in original source: 26 Outubro 2002

Falecimento 8 Junho 1998 ‎(Idade 102)‎ Belo Horizonte, MG, Brasil

Atualizado em 30 Novembro 2003 - 01:00:00
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Parents Family  (F11)
Georg ESPENSCHIED
1849 - 1935
Emma Elisa HAGEN
1856 - 1941
Padre João Luiz ESPESCHIT
1876 - 1950
Meneleu ESPESCHIT
1878 - 1951
Antônio ESPESCHIT
1881 -
Flávio ESPESCHIT
1882 - 1974
Corina ESPESCHIT
1886 -
José Pedro ESPESCHIT
1889 - 1977
Levindo ESPESCHIT
1894 - 1912
Lindolpho ESPESCHIT
1896 - 1998

Immediate Family  (F32)
Maria da Conceição SOARES
-


Notas

Nota
Em 02 jun 1896 nasceu em Sarandi, distrito de Juiz de Fora, MG.

Com apenas 4 anos, em 1900, na Fazenda Boamente, passa a estudar na escola rural da Prof. Rosalinda.

Em 1906, em Nossa Senhora de Oliveira, fica amigo do colega de escola Salatiel Lobato Júnior que leva Lindolpho para conhecer a tipografia da "Gazeta de Minas" ‎(1 Pág. 220 Par. 12)‎

Em 1908, muda-se para Juiz de Fora acompanhando o irmão Meneleu que para lá seguiu com mulher e filha ‎(1 Pág. 227 Par. 3)‎

Em 8 Dez 1908, assiste a uma chuva de meteoros de 5 min sobre o Morro de Santa Helena em Sete Lagoas. ‎(1 Pág. 244 Par. 8)‎.

Em 1910, antes de completar 15 anos, vai morar sozinho na pensão Casa Mineira, no Rio de Janeiro, ao lado do Itamarati, na rua Larga, que hoje é a Rua Uruguaiana ‎(1 Pág. 269 Par. 10)‎

Em 24 Out 1910 funda o jornal "O Povo" em Santa Rita de Cássia, próximo ao Rio de Janeiro ‎(1 Pág. 261 Par. 1)‎.

Conhece pessoalmente o Barão do Rio Branco ‎(1 Pág. 271 Par. 7)‎ e investiga os contratos da construção da estrada Madeira-Mamoré ‎(1 Pág. 273)‎ para descobrir porque os dormentes da estrada eram importados da Austrália ao invés de se utilizar as árvores derrubadas na selva.

Em 23 Nov 1910 ocorre a Revolta da Chibata, presenciada por Lindolpho, que descreve os fatos com muita precisão em artigo no jornal "O Povo". ‎(1 Pág. 262 Par. 7)‎.

Em 1911, com a ajuda de Bastos Tigre, freqüenta os Clubes Naval e Militar, onde conhece Carlos de Laet, Alcindo Guanabara e João Lage, além do poeta Olavo Bilac que o leva a fazer parte da Liga da Defesa Nacional ‎(1 Pág. 274 Par 8)‎

Em 25 Dez 1911 o jornal "O Povo" circula pela última vez. No dia seguinte, Lindolpho telegrafa um pedido de emprego a Flávio, que trabalhava na Imprensa Oficial em Belo Horizonte.

Em 07 Jan 1912 muda-se do Rio de Janeiro para trabalhar no "Diário de Minas" em Belo Horizonte ‎(1 Pág. 277 Par 2)‎, onde vai morar na Rua Espírito Santo ‎(1 Pág. 279 Par. 2)‎. As oficinas do "Diário de Minas" ficavam na esquina da Rua Guajajaras com Avenida da Liberdade, hoje João Pinheiro. ‎(1 Pág. 180 Par. 7)‎. No jornal, encontra velhos amigos da época em que morou em Oliveira, de 1906 a 1907 ‎(1 Pág. 281 Par. 3)‎.

Em 12 abr 1912 ocorre o naufrágio do Titanic. Na falta de informações, usa os conhecimentos adquiridos no Clube Naval no Rio de Janeiro para produzir um excelente artigo no jornal.‎(1 Pág. 282 Par. 7)‎

Em 05 mai 1912 passa a trabalhar na redação do "Minas Gerais", órgão oficial do governo de Minas, onde já trabalhava o Flávio. ‎(1 Pág. 283 Par. 7)‎.

Em 16 Jul 1912 resolve, com Flávio, que devem trazer os pais para morar em Belo Horizonte ‎(1 Pág. 285 Par. 11)‎.

Aluga casa na rua Pernambuco ‎(1 Pág. 289 Par. 10)‎. Esta casa não era alugada porque havia uma criança vizinha que vivia aprontando peraltices. Lindolpho consegue convencer o garoto a ir para a Marinha. Em seguida, passa um telegrama cifrado para o Ministro Almirante Alexandrino de Alencar, solicitando sua intervenção para matrícula imediata do garoto, José Cintra Mourão, na Escola de Pirapora ‎(1 Pág. 288 Par. 3)‎. Alguns dias depois, o garoto está matriculado. Sete anos depois, Lindolpho encontra-se com o garoto novamente, agora como Tenente Capitão em Pirapora, MG.

Em 1913 Lindolpho consegue que Jorge e Amélia se mudem para Belo Horizonte com despesas de viagem pagas pelo Governo Federal ‎(1 Pág. 289 Par 11)‎. Antônio e José Pedro também se mudam para a mesma casa, na Rua Pernambuco 604 ‎(1 Pág. 289 Par. 4)‎

Em 1913, atendendo a apelos do poeta Olavo Bilac, Lindolpho funda a filial mineira da Liga da Defesa Nacional ‎(1 Pág. 290 Par. 8)‎.

No mesmo ano, torna-se amigo de Abílio Barreto, antigo morador e historiador de Belo Horizonte ‎(1 Pág. 291 Par. 1)‎.

Em 1920 vai morar em Sabará com Meneleu ‎(1 Pág. 311 Par. 1)‎

Em 12 abr 1921 acompanha Padre Espeschit a Conceição do Mato Dentro ‎(312p1+313p2)‎. No caminho, conhece a família de Carlos Drumond de Andrade ‎(314p5)‎. No dia 22 jun 1921, conseguem terminar as obras de iluminação elétrica, bem a tempo de iluminar o jubileu do Sr. Bom Jesus de Matozinhos. ‎(1 Pág. 315 Par 6)‎.

Obteve o título de cidadão honorário de Conceição do Mato Dentro, mas não foi lá para recebê-lo. ‎(1 Pág. 320 Par. 1)‎.

Em fins de 1921, inicia os trabalhos para iluminar São Miguel e Almas de Guanhães, atual Guanhães, e seu distrito Patrocínio de Guanhães, hoje Virginópolis ‎(1 Pág. 320 Par. 1)‎.

Em 31 out 1922 nasce Aécio Soares Espeschit. ‎(1 Pág. 332 Par. 9)‎.

Em 15 nov 1922 é inaugurado o serviço de iluminação pública de Guanhães. ‎(1 Pág. 332 Par 10)‎.

Em 20 nov 1922, aos 26 anos, muda-se com a família para Patrocínio de Guanhães, atual Virginópolis.

Em 16 jun 1924 nasce Martha Maria Soares Espeschit ‎(1 Pág. 343 Par. 3)‎. Lindolpho muda-se da Av. Brasil para um casarão na esquina da Rua Patrocínio com a Rua Peçanha, em Belo Horizonte.

Em 9 jul 1924 estoura a revolta separatista de São Paulo e Lindolpho vai trabalhar na guarda pessoal do Presidente de Minas Gerais, Raul Soares, de quem se torna Ajudante de Ordens ‎(1 Pág. 343 Par. 9)‎.

Raul Soares morre pouco tempo depois, ao ouvir a notícia de que a Coluna Prestes havia invadido e saqueado São Paulo. ‎(1 Pág. 344 Par. 1)‎.

Lindolpho volta para o jornal "Minas Gerais" no cargo de linotipista dos turnos da manhã e da tarde. ‎(1 Pág. 344 Par. 4)‎.

Em 15 jun 1926 consegue preparar a tempo os 6 volumes luxuosamente encadernados da mensagem do presidente ao Congresso. Cai nas graças do Presidente Dr. Antônio Carlos e D. Julieta, sua esposa. ‎(1 Pág. 347/348)‎

Por indicação do presidente, torna-se Chefe Geral da Imprensa Oficial. ‎(1 Pág. 349 Par. 1)‎

Negocia, no Rio de Janeiro, com Assis Chateaubriand, a compra de máquinas tipográficas para a imprensa mineira ‎(1 Pág. 354 Par. 5)‎. Entretanto, acha melhor comprar máquinas novas ao invés das usadas que Chateaubriand queria vender.

Em 05 mai 1929, passa a fazer parte da Aliança Liberal ‎(1 Pág. 360)‎

Em 15 ago 1929 ‎(1 Pág. 363 Par. 8)‎ consegue obter, no Rio de Janeiro, autorização para criar a Rádio Mineira PRC-7 de ondas longas.

Coloca no ar uma emissora de ondas curtas ‎(de alcance muitíssimo maior que a estação de ondas longa)‎ ‎(1 Pág. 365 Par. 1)‎. O transmissor ficava em um caminhão, o que impedia de ser localizado pela fiscalização. O prefixo da rádio era "Rádio Mundial PR Caminhante" em ondas de 45m ‎(1 Pág. 366 Par. 5)‎

Em 15 nov 1929 a PRC-7 ondas longas entra no ar ‎(1 Pág. 366 Par. 11)‎.

Para disfarçar, a rádio PR Caminhante também falava mal da PRC-7 ‎(1 Pág. 366 Par. 8)‎

Em 23 out 1930 abrigou mais de 5 famílias ‎(23 pessoas)‎ em sua casa no Carlos Prates em Belo Horizonte, todos fugitivos do fogo prestista. ‎(1 Pág. 373 Par. 13)‎.

Em 9 jul 1932 estoura a Revolução Constitucionalista de São Paulo.

Benedito Valadares assume o governo de Minas Gerais. Como era de praxe, Lindolpho pede demissão do cargo de Chefe da Imprensa Oficial. Mas Valadares, apesar das divergências políticas, mantém Lindolpho no cargo. ‎(1 Pág. 378)‎.

Em 18 jan 1933 sai da Imprensa Oficial para ser assessor do Secretário de Agricultura Israel Pinheiro. ‎(1 Pág. 381)‎

Em 1936, Lindolpho muda-se para Capela Nova do Betim ‎(1 Pág. 389 7)‎. Continua sendo assessor de Israel Pinheiro, em cujo escritório comparece uma vez por semana.

Em princípios de 1937, em Betim, Lindolpho assume a Empresa Antônio Gravatá, massa falida do Banco Pelotense. São sócios de Lindolpho: José Pena e Olindo Herdade. ‎(1 Pág. 389 Par. 9)‎.

Em 10 nov 1937 começa a ditadura de Vargas e Lindolpho pede aposentadoria ‎(1 Pág. 390 Par. 3)‎.

Getúlio demite Flores da Cunha, anulando todos seus atos dos últimos 3 anos, inclusive o que permitia a Lindolpho dirigir a Empresa Antônio Gravatá. ‎(1 Pág. 391 Par. 11)‎

Lindolpho torna-se representante comercial de uma fundição de tipos e vendedora de máquinas para tipografia alemã, com filial no Rio de Janeiro ‎(1 Pág. 391 Par. 12)‎

Retorna a Belo Horizonte na rua Três Pontas ‎(1 Pág. 393 Par. 2)‎ e assume a firma "Bento Paixão & Cia", na fazenda do Dr. Benjamim de Miranda Lima, no vale do Maquiné, em Rio Acima. Trata-se de uma fábrica de ferro doce. Trabalha por 8 meses colocando no mercado a capacidade máxima de produção de 30 t/mês. Sai da empresa por achar que a mesma não poderia ser ampliada no local em que estava, pois não haveria área nem abastecimento de carvão e nem de energia elétrica ‎(1 Pág. 395 Par. 3)‎.

Torna-se minerador de ferro. ‎(1 Pág. 395 Par. 5)‎

Em 1945 trabalhou na "A Única S.A." ‎(1 Pág. 396 Par. 5)‎

Financiado pelo Dr. Flávio Pentagna Guimarães, diretor do Banco do Comércio, visita as regiões do Araguaia e Tocantis ao longo da rodovia Belém-Brasília pesquisando novas jazidas minerais ‎(1 Pág. 396 Par 7)‎

Em 1959, aos 63 anos, assume uma mineração no Vale do Paraobeba, próximo a localidade de Bicas ‎(1 Pág. 397 Par. 8)‎.

Em julho de 1960, conhece Brasília, 3 meses após a inauguração. Na viagem de ida, ocorre um defeito no ônibus de 36 lugares que estava lotado. O ônibus enviado para substitui-lo tem apenas 32 lugares. Lindolpho propõe rodízio de alguns bancos entre alguns passageiros de modo que todos possam ir até Brasília, nem que tenham que percorrer parte do trecho em pé. Um dos beneficiados por esta solução trabalha como contínuo do Gabinete Presidencial, o que facilita Lindolpho a se encontrar com o presidente Juscelino e obter rapidamente os documentos que tinha ido providenciar ‎(1 Pág. 397 a 399)‎

Quinze meses após ter iniciado os trabalhos em Bicas, Lindolpho encerra seu contrato e torna-se consultor de minas e negociador de minérios ‎(1 Pág. 402 Par. 8)‎.

Em 1995, publica o livro "Pelos Caminhos do Brasil, o que Eu Encontrei" onde conta a história da família Espeschit, desde a chegada de Baltazar Espeschit e Pedro Hagen até quando Lindolpho fez 100 anos.

Em 1996, ao completar 100 anos, foi feita uma árvore genealógica na qual constavam 100 descendentes diretos de Lindolpho.

O texto de sua certidão de nacimento, cuja cópia foi gentilmente cedida por Ruth Soares Espeschit é o seguinte:

===
BRAZIL
Estado de Minas Gerais
Municipio de JUIZ DE FORA
Districto de SARANDY

José Antônio Capute, serventuário substituto do officio de escrivão de Paz e Official do Registro Civil do distrito de Sarandy, da forma da lei, etc.

Certifico, por me ser pedido verbalmente, para fins geraes que, revendo em meu cartorio os livros de registro de nascimentos no de número cinco á folhas oitenta e v. verifiquei, consta e se vê que: LINDOLPHO SPECHITHS, filho legitimo de Jorge Spechiths e de D. Amelia Eliza Spechiths, naturaes da Alemanha e residentes neste districto, nasceu neste districto no dia ‎(2)‎ dois de Junho de ‎(1896)‎ mil oitocentos e noventa e seis, às seis horas e quarenta minutos da manhã, sendo avós paternos Balthazar Spechiths e D. Anmé Maria Spechiths e avós maternos Pedro A. Hagem e D. Guilhermina Hagem.

O referido é vedade, do que dou fé. Cartório de Paz do districto de Sarandy, em ‎(30)‎ trinta de Janeiro de mil novecentos e trinta ‎(1930)‎. Eu, José Antonio Capute, Escrivão de paz substituto, a escrevi e assigno.

Sarandy, 30 de Janeiro de 1930

José Antônio Capute

30-1-930
===

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Fontes
Nascimento Pelos Caminhos do Brasil o Que Encontrei
Publicação: Maza Edições - 1995
Detalhes da Citação:  Pág. 46 Par. 13
  Date of entry in original source: 26 Outubro 2002

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Família com Pais
Pai
Georg ESPENSCHIED ‎(I21)‎
Nascimento 15 Julho 1849 25 Vendersheim, Rheinhessen, Hessen, DEU
Falecimento 1935 ‎(Idade 85)‎ Pedro Leopoldo, MG, Brasil
7 anos
Mãe
 
Emma Elisa HAGEN ‎(I22)‎
Nascimento 29 Fevereiro 1856 Berlin, Berlin, Alemanha
Falecimento 1941 ‎(Idade 84)‎ Pedro Leopoldo, MG, Brasil

Casamento: 28 Fevereiro 1874 -- Santo Antônio do Paraibuna, MG, Brasil
2 anos
#1
Irmão
Padre João Luiz ESPESCHIT ‎(I83)‎
Nascimento 23 Junho 1876 26 20 Chácara, MG, Brasil
Falecimento 27 Novembro 1950 ‎(Idade 74)‎ Pedro Leopoldo, MG, Brasil
2 anos
#2
Irmão
Meneleu ESPESCHIT ‎(I48)‎
Nascimento 13 Maio 1878 28 22 Santana do Deserto, MG, Brasil
Falecimento 23 Setembro 1951 ‎(Idade 73)‎ Sabará, MG, Brasil
3 anos
#3
Irmão
Antônio ESPESCHIT ‎(I43)‎
Nascimento 21 Maio 1881 31 25 Rosário, MG, Brasil
9 meses
#4
Irmão
Flávio ESPESCHIT ‎(I45)‎
Nascimento 7 Fevereiro 1882 32 25 Simão Pereira, MG, Brasil
Falecimento 28 Março 1974 ‎(Idade 92)‎ Curvelo, MG, Brasil
4 anos
#5
Irmã
Corina ESPESCHIT ‎(I46)‎
Nascimento 7 Março 1886 36 30 Rosário, MG, Brasil
3 anos
#6
Irmão
José Pedro ESPESCHIT ‎(I15)‎
Nascimento 13 Março 1889 39 33 Caeté, MG, Brasil
Falecimento 13 Fevereiro 1977 ‎(Idade 87)‎ Manhuaçu, MG, Brasil
5 anos
#7
Irmão
Levindo ESPESCHIT ‎(I47)‎
Nascimento 5 Abril 1894 44 38 Matias Barbosa, MG, Brasil
Falecimento 1912 ‎(Idade 17)‎ Belo Horizonte, MG, Brasil
2 anos
#8
Lindolpho ESPESCHIT ‎(I44)‎
Nascimento 2 Junho 1896 46 40 Sarandi, MG, Brasil
Falecimento 8 Junho 1998 ‎(Idade 102)‎ Belo Horizonte, MG, Brasil
Família com Maria da Conceição SOARES
Lindolpho ESPESCHIT ‎(I44)‎
Nascimento 2 Junho 1896 46 40 Sarandi, MG, Brasil
Falecimento 8 Junho 1998 ‎(Idade 102)‎ Belo Horizonte, MG, Brasil
Esposa